Leituras Edificantes

Muitos espíritos superiores, como Emmanuel, André Luiz e Bezerra de Menezes, nos convidam a uma aplicação maior do Evangelho em nosso dia a dia, nos levando a modificar velhos hábitos (efetiva reforma íntima).

Aqui você pode ler o Evangelho Segundo o Espiritismo! No final da página, temos  leituras (com áudio) de Emmanuel e um link para você ouvir várias lições de Emmanuel.

Nossa mente está viciada às vibrações mais grosseiras e muitas vezes defendemos determinada opinião errada achando que é a forma correta de se comportar em nosso cotidiano.

Por meio de breves leituras diárias de mensagens de espíritos superiores, nós vamos despertando nossas mentes para melhores formas de pensar.

Estas melhores formas de pensamento mudam, aos poucos, nossos atos e nosso comportamento, passando a viver em sintonia com os ensinamentos morais.

Com vibrações mentais mais iluminadas, vamos sublimando nosso espírito e auxiliando nosso corpo físico, por consequência, inclusive evitando doenças, pois diminuímos a energia densa acumulada e evitamos a permuta de vibrações inferiores com espíritos ainda em sofrimento.

Aos poucos, vamos sentindo a harmonia em nossos corações e mentes.

A leitura diária de mensagens edificantes é prática catalisadora de bons sentimentos e, por consequência, da efetiva reforma íntima.

ANTE A LIÇÃO

 “Considera o que te digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo.” — Paulo. (2ª EPÍSTOLA A TIMÓTEO, capítulo 2, versículo 7.)

Ante a exposição da verdade, não te esquives à meditação sobre as luzes que recebes.

Quem fita o céu, de relance, sem contemplá-lo, não enxerga as estrelas; e quem ouve uma sinfonia, sem abrir-lhe a acústica da alma, não lhe percebe as notas divinas.

Debalde escutarás a palavra inspirada de pre­gadores ardentes, se não descerrares o coração para que o teu sentimento mergulhe na claridade bendita daquela.

Inúmeros seguidores do Evangelho se queixam da incapacidade de retenção dos ensinos da Boa Nova, afirmando-se ineptos à frente das novas revelações, e isto porque não dispensam maior trato à lição ouvida, demorando-se longo tempo na provÍn­cia da distração e da leviandade.

Quando a câmara permanece sombria, somos nós quem desata o ferrolho à janela para que o sol nos visite.

Dediquemos algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças.

O  apóstolo dos gentios é claro na observação.

“Considera o que te digo, porque, então, o Senhor te dará entendimento em tudo.”

Considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar.

Estejamos, pois, convencidos de que, prestando atenção aos apontamentos do Código da Vida Eterna, o Senhor, em retribuição à nossa boa-vontade, dar-nos-á entendimento em tudo.

MODO DE FAZER

        “De sorte que haja em vós o mes­mo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” — Paulo. (FILIPENSES, capítulo 2, versículo 5.)

Todos fazem alguma coisa na vida humana, mas raros não voltam à carne para desfazer quanto fi­zeram.

Ainda mesmo a criatura ociosa, que passou o tempo entre a inutilidade e a preguiça, é constran­gida a tornar à luta, a fim de desintegrar a rede de inércia que teceu ao redor de si mesma.

Somente constrói, sem necessidade de repara­ção ou corrigenda, aquele que se inspira no padrão de Jesus para criar o bem.

Fazer algo em Cristo é fazer sempre o melhor para todos:

Sem expectativa de remuneração.

Sem exigências.

Sem mostrar-se.

Sem exibir superioridade.

Sem tributos de reconhecimento.

Sem perturbações.

Em todos os passos do Divino Mestre, vemo-lo na ação incessante, em favor do indivíduo e da cole­tividade, sem prender-se.

Da carpintaria de Nazaré à cruz de Jerusalém, passa fazendo o bem, sem outra paga além da ale­gria de estar executando a Vontade do Pai.

Exalta o vintém da viúva e louva a fortuna de Zaqueu, com a mesma serenidade.

Conversa amorosamente com algumas crianci­nhas e multiplica o pão para milhares de pessoas, sem alterar-se.

Reergue Lázaro do sepulcro e caminha para o cárcere, com a atenção centralizada nos Desígnios Celestes.

Não te esqueças de agir para a felicidade co­mum, na linha infinita dos teus dias e das tuas horas. Todavia, para que a ilusão te não imponha o fel do desencanto ou da soledade, ajuda a todos, indistin­tamente, conservando, acima de tudo, a glória de ser útil, “de modo que haja em nós o mesmo sentimento que vive em Jesus Cristo”.

NA GRANDE ROMAGEM

 “Pela fé, Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.” — Paulo. (HEBREUS, capítulo 11, versículo 8.)

Pela fé, o aprendiz do Evangelho é chamado, como Abraão, à sublime herança que lhe é desti­nada.

A conscrição atinge a todos.

O grande patriarca hebreu saiu sem saber para onde ia …

E nós, por nossa vez, devemos erguer o cora­ção e partir igualmente.

Ignoramos as estações de contacto na romagem enorme, mas estamos informados de que o nosso objetivo é Cristo Jesus.

Quantas vezes seremos constrangidos a pisar sobre espinheiros da calúnia? quantas vezes transitaremos pelo trilho escabroso da incompreensão? quantos aguaceiros de lágrimas nos alcançarão o espírito? quantas nuvens estarão interpostas, entre o nosso pensamento e o Céu, em largos trechos da senda?

Insolúvel a resposta.

Importa, contudo, marchar sempre, no caminho interior da própria redenção, sem esmorecimento.

Hoje, é o suor intensivo; amanhã, é a responsa­bilidade; depois, é o sofrimento e, em seguida, é a solidão…

Ainda assim, é indispensável seguir sem desâ­nimo.

Quando não seja possível avançar dois passos por dia, desloquemo-nos para diante, pelo menos, alguns milímetros.

Abre-se a vanguarda em horizontes novos de entendimento e bondade, iluminação espiritual e progresso na virtude.

Subamos, sem repouso, pela montanha escar­pada:

Vencendo desertos..

Superando dificuldades.

Varando nevoeiros…

Eliminando obstáculos…

Abraão obedeceu, sem saber para onde ia, e encontrou a realização da sua felicidade.

Obedeçamos, por nossa vez, conscientes de nossa destinação e convictos de que o Senhor nos espera, além da nossa cruz, nos cimos resplande­centes da eterna ressurreição.

CADA QUAL

        “Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.” — Paulo. (1ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, capítulo 12, versículo 4.)

Em todos os lugares e posições, cada qual pode revelar qualidades divinas para a edificação de quantos com ele convivem.

Aprender e ensinar constituem tarefas de cada hora, para que colaboremos no engrandecimento do tesouro comum de sabedoria e de amor.

Quem administra, mais freqüentemente pode expressar a justiça e a magnanimidade.

Quem obedece, dispõe de recursos mais amplos para demonstrar o dever bem cumprido.

O rico, mais que os outros, pode multiplicar o trabalho e dividir as bênçãos.

O pobre, com mais largueza, pode amealhar a fortuna da esperança e da dignidade.

O  forte, mais facilmente, pode ser generoso, a todo instante.

O  fraco, sem maiores embaraços, pode mostrar-se humilde, em quaisquer ocasiões.

O  sábio, com dilatados cabedais, pode ajudar a todos, renovando o pensamento geral para o bem.

O  aprendiz, com oportunidades multiplicadas, pode distribuir sempre a riqueza da boa-vontade.

O  são, comumente, pode projetar a caridade em todas as direções.

O  doente, com mais segurança, pode plasmar as lições da paciência no ânimo geral.

Os dons diferem, a inteligência se caracteriza por diversos graus, o merecimento apresenta valores múltiplos, a capacidade é fruto do esforço de cada um, mas o Espírito Divino que sustenta as criaturas é substancialmente o mesmo.

Todos somos suscetíveis de realizar muito, na esfera de trabalho em que nos encontramos.

Repara a posição em que te situas e atende aos imperativos do Infinito Bem. Coloca a Vontade Divina acima de teus desejos, e a Vontade Divina te apro­veitará.

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